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DUAS MULHERES PRESAS POR TRÁFICO DE DROGAS EM ALTEROSA

Redação17 de julho de 20192min0
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Segundo a PM, A. havia sido presa recentemente pelo mesmo tipo de crime, mas na época foi beneficiada pelo fato de estar amamentando, motivo pelo qual recebeu autorização judicial para responder ao processo em liberdade. Desde então, sua movimentação no tráfico se tornou ainda maior, sendo que durante abordagens e cumprimentos de mandados de busca em sua residência, a autora debochava da justiça, declarando sua impunidade.

Na tarde de ontem, a Polícia Militar recebeu informação dando conta que A.S.S., de 32 anos, apontada como uma das principais traficantes de drogas do município, havia deslocado até Alfenas com a finalidade de buscar drogas. A denúncia relatava ainda que a traficante se fazia acompanhada de outra mulher, que supostamente estaria grávida, para que esta assumisse a droga se caso a polícia as abordasse, consequentemente, escapando da prisão.

De posse dessas informações, a PM desencadeou operação para prender as denunciadas, sendo que algum tempo depois, um policial militar à paisana, que se encontrava monitorando as entradas da cidade, visualizou as duas desembarcando de um veículo na rodovia MG-184, aparentemente, após terem conseguido carona.

As duas foram monitoradas até as proximidades da APAE, momento em que a equipe de serviço efetuou a abordagem. Nesse instante, A.S.S. arremessou um invólucro plástico que levava consigo em direção ao telhado do prédio da referida instituição. Os militares conseguiram arrecadar o material, constatando que se tratava de crack na forma bruta, ainda não fracionada para a venda.

Diante da situação, as duas autoras foram presas em flagrante, uma vez que foram encontradas mais de vinte denúncias registradas pela PM, sendo que algumas delas apontam a relação criminal entre as duas acusadas. Elas foram encaminhadas à delegacia de Polícia Civil e posteriormente ao presídio de Alfenas.

Segundo a PM, A. havia sido presa recentemente pelo mesmo tipo de crime, mas na época foi beneficiada pelo fato de estar amamentando, motivo pelo qual recebeu autorização judicial para responder ao processo em liberdade. Desde então, sua movimentação no tráfico se tornou ainda maior, sendo que durante abordagens e cumprimentos de mandados de busca em sua residência, a autora debochava da justiça, declarando sua impunidade.

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